Nos Estados Unidos e Inglaterra no início do século XX, a mortalidade materna era mais baixa nas classes sociais mais pobres, onde os partos eram assistidos por parteiras com o apoio de outras mulheres.
A maior causa de mortalidade para as mulheres eram as infecções contraídas durante o parto e os médicos aumentavam esse risco devido a práticas obstétricas inadequadas e falta de higiene. Esta situação só se alterou com a introdução dos antibióticos a partir da década de 30.
Segundo Sheila Kitzinger*, o parto começou a ser medicalizado tanto em Inglaterra como nos Estados Unidos no final do século XIX. Até esta altura o nascimento estava no domínio das mulheres e parteiras, que davam essencialmente apoio emocional e encorajamento, ajudando a mãe a permanecer móvel e a mudar de posição, aplicando compressas e administrando ervanária e massagem.
